Dr. Ricardo Calvett
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Mamoplastia Redutora

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Mamoplastia redutora

É uma das mais comuns entre as cirurgias plásticas, indicada para melhorar o
aspecto estético das mamas, para o tratamento profilático de certas doenças e na prevenção de
problemas causados por mamas muito volumosas.

Importante lembrar que uma mama nunca é igual a outra, aceitando-se como dentro da
normalidade uma diferença de 15% entre o tamanho e a forma das mamas de uma mesma
paciente. Isto ocorre, e é considerado “normal”, pelo fato de que um lado do corpo não é igual
ao outro. Esta diferença poderá persistir, também após a cirurgia, e a paciente deve
estar preparada para isto.

Na cirurgia de redução mamária, o tamanho final da mama será decorrente da média
entre o desejo expressado pela paciente e o quanto foi possível diminuir a mama, sem aumentar
exageradamente a cicatriz.

Lembrar que uma cicatriz existirá sempre, e ela pode ser de boa, regular, ruim ou de
péssima qualidade, ficando este resultado na dependência do tipo de pele da paciente e de sua
particular e individualíssima resposta ao processo de cicatrização, sobre a qual o médico não
tem qualquer ingerência.
A forma e a extensão das cicatrizes serão definidas durante a cirurgia, dependendo das
condições encontradas, mas sempre será buscado o melhor formato possível, dentro de um
menor tamanho de cicatriz.

Após a regressão do edema (inchaço), que é natural e esperado devido à cirurgia, é
possível que as mamas sofram uma pequena queda (ptose), o que será variável de pessoa a
pessoa, pois esta queda está ligada a inúmeros fatores, tais quais: gestações, influências
hormonais, genéticas, tipo de pele e idade. De igual modo, é preciso que a paciente esteja
consciente de que as mamas vão continuar sofrendo o efeito da permanente ação da gravidade
e que ficarão na dependência da capacidade dos tecidos (de cada paciente), de se contraporem
a este efeito.
Por estas mesmas causas é impossível prever por quanto tempo as mamas manterão seu
formato e posição, quando já decorridos alguns anos da cirurgia. Elas não são imunes aos efeitos
do tempo, da gravidade e da saúde da paciente. E a cirurgia, por óbvio, não interrompe os
efeitos deletérios do tempo.

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